Querem crescer além das fronteiras atuais, sem tirar o foco dos mercados principais.
Têm estrutura, rota de mercado e time. O que falta: marcas fortes que movimentam o mercado.
Ativos com retorno real, avaliados por quem entende das categorias e do negócio.
Décadas de experiência, da estratégia até a mão do consumidor.
O custo de achar o caminho, assumir o risco e operar é o que trava a entrada ou a expansão das marcas — no Brasil, na América Latina e no mundo.
Mesmo trabalho, mesma rede, várias direções — e a maior parte das nossas conversas começa de um lado e termina nos dois.
A marca continua sua. Escolhemos o operador, negociamos o licenciamento, a joint venture ou a unidade de negócio, e respondemos por como a operação é conduzida — enquanto seu capital e seu time seguem onde estão.
Foi assim que a Liquid Death entrou no Brasil e na América Central.
A região constrói marcas excelentes que param na fronteira porque ninguém sabe a quem vendê-las. Abrimos as mesmas portas no sentido inverso: o operador, o distribuidor e o parceiro estratégico lá fora.
Nossos sócios passaram décadas do outro lado dessa mesa — na Coca-Cola e na Estrella Galicia.
Sabemos quem opera.
Qual distribuidor de fato cobre o Nordeste. Qual grupo familiar atende o telefone. Qual co-packer sustenta o padrão de qualidade que uma marca global aceita. Mais de vinte anos operando aqui é o único jeito de saber isso — e é a parte que quem chega não consegue comprar.
Escolhemos quem opera, respondemos pela escolha e ficamos com parte do resultado. Onde a categoria ainda não tem operador, podemos construir a primeira rota — e depois entregá-la, mantendo a participação.
O preço é participação, não planilha de horas. Se o negócio não acontece, não ganhamos nada — e é exatamente por isso que só entramos nos que acreditamos que vão acontecer.
Consultoria entrega uma recomendação e vai embora. Nós entregamos o encontro, a contraparte, a estrutura — e ficamos no negócio.
Licenciamento, joint venture ou unidade de negócio dentro de uma empresa existente.
Desenhamos a estrutura que serve à marca, à operação e ao compliance local — e ficamos com parte do que é construído.
Avaliado por quem já operou a categoria.
Capital de giro para empresas de bens de consumo que precisam se recuperar, crescer ou simplesmente não quebrar. Risco lido por operadores, não por planilhas.
O dono da marca ao operador certo. O investidor ao ativo certo.
Conectamos empresas a quem de fato move uma decisão — com velocidade e critério em cada passo.
Formatos próprios, e a história de operação por trás deles.
Eventos, cursos, palestras e encontros curados onde compartilhamos o que operamos. Aprendizado que vira relação duradoura.
Cada frente alimenta a seguinte. Todas voltam ao acesso.
O balanço é leve. Os ativos são pesados.
A bebida que mais cresce nos Estados Unidos, entrando na América Latina conosco.
@liquiddeathO maior festival de cerveja da América Latina — 40 mil pessoas em quatro dias no Píer Mauá — a caminho de virar uma plataforma de ecossistema cervejeiro.
@mondialdelabierebrVenda em toda a América Latina por um operador que já validamos, sem abrir empresa aqui.
Você venceu no Brasil e parou na fronteira. Abrimos as mesmas portas no sentido inverso — operador, distribuidor, parceiro estratégico lá fora.
Você já tem estrutura e rota de mercado. A gente traz a marca que seus clientes estão pedindo.
Oportunidades em bens de consumo originadas e avaliadas por quem já operou a categoria.
Todo negócio que assinamos precisa de alguém sênior para tocar. Estamos formando o grupo de executivos e operadores que levam essas marcas ao mercado — como sócios do negócio, não como headcount. Se você já tocou uma categoria, um país ou uma rota de mercado, esta é a porta.
Diga de que lado da ponte você está. A gente diz quem está esperando do outro.